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Pensando em tirar pinta do rosto? Você precisa ler esse texto antes! Nele, vamos explicar de que forma surgem os chamados nevos — o nome científico das pintas —, quando eles são preocupantes e quais os recursos disponíveis para removê-los.

Vamos abordar também a remoção por estética. Vale a pena? Representa perigo ou dá para passar por algum tratamento sem susto?

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O que são pintas e por que aparecem?

Uma, duas, centenas, com cores e formatos diferentes e até em alto relevo. São muitas as características de uma pinta (ou várias) e que podem nos enlouquecer: seja por motivos de saúde ou estéticos.

As pintas, ou nevos, surgem normalmente na infância e adolescência e em lugares mais expostos ao sol. Não têm uma causa específica, sendo uma característica do indivíduo, mas que podem sofrer alterações a partir do envelhecimento e da exposição solar.

De um modo geral, não requerem qualquer tipo de tratamento, a menos que passem a representar algum incômodo estético ou perigo para a saúde. Isso acontece quando há alteração na aparência da pinta, com aumento de tamanho, na coloração ou textura.

Nesses casos, as pintas precisam ser avaliadas por um médico para que ele possa atestar ou não um desenvolvimento de um melanoma, um câncer de pele ou a predisposição para tal. Em ambos os casos, ele indicará o melhor tratamento, envolvendo remoção da pinta ou só acompanhamento.

Mas se você tiver alguma pinta que anda causando incômodo ou desconfiança, fique atento se:

  • a pinta cresceu e tem bordas irregulares;
  • ela coça, gera incômodos ou sangra;
  • tem formato assimétrico;
  • apresenta mais de uma tonalidade;
  • cresce muito rapidamente.

Caso cause desconforto estético ou constrangimento, a pinta também pode ser removida. No entanto, é preciso avaliar o método de remoção e se vale a pena trocar a manchinha por uma cicatriz, no caso de cirurgia, por exemplo.

Como tirar pinta do rosto?

Seja por motivação estética ou de saúde, um médico pode indicar diferentes caminhos para a remoção de um nevo. O primeiro passo é uma consulta para que o especialista possa avaliar a natureza da pinta — se é maligna ou benigna —, se é irrigada por algum vaso sanguíneo e se tem características que vão reagir a um laser, por exemplo.

A partir dessa avaliação, ele pode indicar:

  • Laser: usado para queimar a pinta indesejada por meio de uma cauterização. É indicado para nevos pequenos e benignos;
  • Curetagem ou shaving: trata-se de uma raspagem feita no local da pinta para removê-la. Pode ser um pouco incômoda e é indicada para sinais pequenos e benignos;
  • Microcirurgia: quando falamos de uma pinta maior, mais profunda ou com suspeitas de malignidade. O médico vai optar por esse sistema para ter mais controle de remoção de toda a estrutura e sem danos para o corpo. A microcirurgia é feita no consultório médico, com o uso de um bisturi, anestesia local e é enviada para análise ambulatorial posteriormente. Dependendo da extensão removida, pode ser necessário dar ponto para fechar o local e resultar em uma pequena cicatriz;
  • Cirurgias: para pintas com sinais de malignidade, mais profundas na derme ou mais extensas, a recomendação é o procedimento cirúrgico em hospital, com possível uso de anestesia geral;
  • Criocirurgia: a técnica não tem cortes e elimina a pinta com aplicação de nitrogênio líquido em baixa temperatura. Não é indicada para casos de suspeitas de malignidade, pois a taxa de cura é menor do que nas cirurgias ou microcirurgia.

Como cuidar do rosto após uma remoção?

Após passar pela remoção de uma pinta, é preciso adotar alguns cuidados para que o organismo não volte a produzir novos nevos e/ou estimular a malignidade, se esse for o caso.

Durante o processo de cicatrização, a limpeza da região deve ser feita com muito cuidado para evitar a contaminação da ferida. As indicações mais comuns são o uso de produtos antissépticos, antibióticos tópicos ou produtos cicatrizantes.

Quando a marca removida era pequena, o corte podia se fechar sozinho, sem a necessidade de pontos. Para os casos em que é necessário dar ponto, esses são retirados entre 7 a 15 dias. Em casos de remoção muito grande, pode ser necessário um enxerto de pele de outra parte do corpo para fechar a incisão com qualidade.

Sendo por remoção estética ou com motivação de saúde, uma das recomendações mais importantes é a de proteger a cicatriz oriunda da cirurgia do sol. Como o rosto fica muito exposto à radiação, ele poderá escurecer a cicatriz de forma permanente, deixando uma marca ainda mais indesejável. É fundamental o uso de protetor solar e evitar ao máximo a exposição ao sol, especialmente nos horários de pico.

Vale ainda investir em acessórios como bonés e chapéus de abas largas com proteção UVA e UVB para proteger ainda mais a região caso haja a necessidade de se expor ao ar livre.

Para o caso de uma cicatriz após a retirada da pinta, esta pode ser amenizada com alguns tratamentos estéticos e dermatológicos disponíveis no mercado, como a aplicação de laser de CO2, dermoabrasão, subcisão e MMP, que é uma microinfusão de medicamentos na pele, em geral ácidos, para melhorar o aspecto da cicatriz.

Como vimos, tirar pinta do rosto pode ser um processo simples ou mais elaborado, dependendo da motivação. Em casos estéticos, procedimentos mais simples como o uso do laser podem ser indicados para remover pintas pequenas e de natureza benigna.

Já para casos de suspeita de doença de pele, um médico precisará atestar suas características, dimensões e definir a microcirurgia ou mesmo uma cirurgia com uma anestesia geral. Para ambos os casos, o importante é ter orientação de um especialista para ter encaminhamento correto e seguro.

No dia a dia, vale ainda reforçar o uso de protetor solar para impedir o aparecimento de pintas ou o escurecimento do rosto e ainda evitar se expor ao sol em horários muito quentes.

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